12 Coisas Para Se Fazer no Twitter

twitterpost

1.Diga que você sabe contar de 1 a 1.000 em números romanos e comece a twittar um por um.

2.Diga que te enterraram vivo, e você precisa que alguém para continuar atualizando seu blog.

3.Diga que está com crise de identidade e está leiloando seu RG.

4.Diga que está sobre efeito de um espírito, então comece a twittar sobre o futuro de cada seguidor.

5.Diga que é contra a pirataria, mas vai disponibilizar os 3 primeiros Harry Potter’s no Twitter, então comece a twittar frase por frase dos livros.

6.Narre segundo por segundo do seu irmão de 8 anos devorando uma batata Ruffles.

7.Fique a tarde toda falando o quão emocionante era ser um bruxo na época da inquisição.

8.Escreva: “moodehstia a paart, eu axu q poço entraaar na acaademiaa brazileira de letraxx”;

9.Diga que vai fazer uma comunidade no Twitter chamada “Meu Twitter não é Orkut”.

10.Pergunte o que é recomendado fazer quando seu cachorro começa latir em francês enquanto você está tentando assistir Lost.

11.Tire foto de todas as tomadas da sua casa. Coloque uma por uma no Twittpic com o nome do cômodo em que a tomada estava.

12.Twitte o link dessa lista no seu Twitter.

André HP

Bem vindo ao Formigueiro Comunista, você pode acompanhar pelo RSS feed, ou pelo Twitter!

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Aceita Uma Bala De Café? #02

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A Desconhecida Lenda

Poucos e privilegiados foram responsabilizados de proteger o sigilo de uma determinada lenda. Minha primeira façanha, querido leitor, é confessar-te que sou um deles. Minha segunda, querido leitor, é anunciar que violarei a lei de proteção para revelar a lenda a você. Antes de contar, quero que prometa que não contará para ninguém. Prometa, também, que, caso eu seja pego, não irá depor contra mim. E, por fim, prometa não assustar-se com tamanho absurdo. Chega de enrolações, querido leitor, e vamos ao recheio: diz a lenda, que algumas lendas não dizem absolutamente nada.

Abastados por Literatura

As novas bibliotecas estão mais para prisão de segurança máxima. Câmeras, detectores, monitores, tudo para evitar o feito dos chamados “ladrões de livros”. Soma-se o sujeito que gosta de sobrevoar as páginas de um livro com uma pequena falta de ética e resulta no tal furto. O leitor – de verdade – que nunca roubou, ao menos já imaginou qual seriam as consequências caso aquela bibliotecária de terceira-idade descobrisse a façanha. A culpa? Sim, culparemos alguém, não é querido leitor?! A culpa é dos textos que são muito interessantes ou, talvez, dos autores que deixaram os textos muito interessantes e, ainda, de quem nos alfabetizou, ou até do mundo desinteressante, e, por conseguinte, do homem invisível que criou o mundo desinteressante. Mas não é nossa, não é querido leitor?!

O Mito do “Respeito a Sua Opinião”

Uma das utilidades das pessoas para as pessoas é a de uma máquina de gerar opiniões e, nesse caso, discutir é imprescindível. O problema é que algumas ideias são feitas para serem imunes ao bom senso, impassíveis de serem trocadas por outras melhores. Então, ou o portador da ideia parte para a ignorância, ou diz o folclórico “respeito a sua opinião”. Claro, querido leitor, que ambos saem contentes, alegres e felizes. Mas, convenhamos, alguém aqui está sendo enganado. É fácil perceber que o usuário da sentença “respeito a sua opinião” não respeita merda alguma. Primeiro que é impossível negar algo e respeitar esse algo ao mesmo tempo. Segundo que na cabeça do respeitante, a opinião não está sendo respeitada – e sim ignorada. Não concorda, querido leitor?! Concordando ou não, eu respeito a sua opinião.

André HP

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Entrevista Com o Todo Poderoso

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Hoje temos uma entrevista inédita, com um cara que não aparecia por aí desde o Big Bang.

André HP: Boa noite Senhor Todo Poderoso!
Deus: Boa noite filho.

André HP: Você passou sua vida inteira sem fazer nada. Então, um belo dia, resolveu criar o mundo?
Deus: Não… Primeiro criei o dia e a noite… E depois fui fazer o mundo, em sete dias. Essa é a vantagem de ser seu próprio patrão, sabe… Você poder decidir seus horários, deadlines, etc.

André HP: Afinal, porque contratou freelances para escrever a bíblia?
Deus: Preguiça né… Ninguém é de ferro. Não esqueçam: imagem e semelhança!

André HP: É verdade que deus é brasileiro?
Deus: Minha mãe não me registrou na época. Então não dá para afirmar com precisão, mas deve ser… Tenho um pouco do sotaque, não acha?

André HP: O que tem a falar sobre os ditos “ateus”?
Deus: É a desvantagem do anonimato.

André HP: O que tem a dizer sobre Friedrich Nietzsche?
Deus: Respeito a oposição.

André HP: Sobre os padres pedófilos?
Deus: Criei um órgão para fiscalizar isso, o vaticano. Espero que eles estejam fazendo um ótimo trabalho, pois são pagos pelo dinheiro do contribuinte.

André HP: Como o Senhor anda de saúde?
Deus: Ah… Vai indo… Sabe como é, né?! Algumas bofetadas da ciência aqui, da filosofia alí, mas vamos levando…

André HP: Tem algum recado para os cientistas?
Deus: Fala para eles pararem de fazer perguntas!

André HP: algum recado para nossa audiência?
(alguns segundos…)

André HP: Deus? Ih… Sumiu!

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Manual de Resposta da Existência

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Manual de Como Achar Deus

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Manual de Religião e Pague o Dízimo em Dia

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Manual de Como Achar Significado Nas Coisas Simples Da Vida

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Manual Para Suportar o Tédio de Achar o Significado Nas Coisas Simples Da Vida

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Auto-Entrevista

relatoriominutoentrevista

Meu alter-ego me entrevistou a respeito do meu fabuloso Diário de Um Minuto. Publico aqui na íntegra.

De onde surgiu a brilhante ideia de relatar um minuto?
Quando a gente é criança acha duas coisas. A primeira, é que a gente pode tudo. A segunda, é que a presença dos adultos invalida a primeira. Eu esperei virar adulto para fazer, mas a ideia me vinha desde pequeno.

Quando pequeno?
Sim, enquanto as outras crianças queriam ser bombeiros.

Quais foram as precauções preliminares?
Primeiramente, comprei várias canetas, muitas delas. Passei meses comprando canetas. Não poderia faltar caneta, pois seria um absurdo se acontecesse. Comprei muitas. Várias delas. E fui comprando mais, e mais, e mais, e mais, e mais, e mais, e…

Senhor!
…mais. Oi?!

Voltando à entrevista…
Desculpas, me empolguei!

Qual metodologia usada?
Não sei, mas se tá usada, melhor eu arrumar outra.

Caso acontecesse um terremoto, por exemplo, continuaria a observação?
Claro! Relatar um minuto não é uma coisa que se pode fazer todo dia, não é?! É muita preparação, temos que lidar com os imprevistos.

Teve algum problema?
Sim, eu esqueci de ir ao banheiro antes de começar.

Já leu algum livro sobre a memória?
Acho que li, não lembro.

Surgiu o boato que você forjou a observação…
Intriga da oposição.

Acha que já afetou a economia?
Não, mas ela já me afetou.

Pensa em repetir a façanha?
Claro! Sem dúvidas. Foi uma ótima experiência.

Acha que ficará mais experiente?
Sabe… Dizem que quanto mais velho mais sábio. Bobagem. Você evita uma coisa ou outra, mas continua fazendo merda.

Pensa em virar professor?
Quem sabe faz, quem não sabe ensina.

Agradecemos a entrevista. Gostaria de deixar um recado?
Bom… Entendam que este minuto tem mesma quantidade de segundos que o próximo, e às vezes é o contrário.

Opa… Ficou bom? Vão me pagar quanto? Que? Tá gravando ainda?

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Diário de Um Minuto

relatoriominuto

Bom dia patrulheiros, são exatamente duas horas e quarenta e dois minutos, o tempo está nublado, a umidade alta, mas deixa isso pra lá. O fato é que eu fiz um relatório sobre um minuto e estou compartilhando com vocês. Espero que gostem, até mais!

Relatório de Um Minuto

Observações Preliminares: as anotações foram pontuais em um período de dez em dez segundos.

Início:

02:42:00

Comecei o experimento. Por enquanto, nada acontece.

02:42:10

Passou-se dez segundos e ainda não aconteceu nada.

02:42:20

Dez segundos atrás eu lembrei a regra da ênclise. Como ainda não esqueci essa merda?

02:42:30

Passou mais dez segundos, pela lógica já se foram meio minuto.

02:42:40

Mais dez segundos se passam.

02:42:50

Passou-se mais dez. Tudo normal. Nada acontece.

02:42:60

Finalizo a experiência. Não ocorreu nenhum imprevisto. Relatório concluído com sucesso.

André HP

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